segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Ele
Me olhou com os olhos de quem sabe ver a alma, e daí em diante o sossego acabou. Acho que o sossego vinha vez ou outra em doses bem homeopáticas, mas quando ouvia seu nome, meu corpo já respondia um querer inexplicavel e inesgotável.
Ficava horas a pensar, sobre o dia em que o encontraria novamente e se caso viesse a encontra-lo como se daria a sensação que tive antes.
Não precisava mais pensar sobre, simplesmente aconteceu, minhas sensações se multiplicaram e hoje tornaram-se um misto de desejo, paixão, intensidade, amizade, alegria e vida.
Me completo nos poucos e enormes momentos que estamos juntos. Sinto-me segura e sem medo algum de correr riscos, sem medo do futuro e do que é de fato desconhecido.
Que sensação boa!, quero não conhecer mais nada, quero só focar no presente pondendo ver as possibilidades para um futuro, quero correr os riscos, quero deixar o vento bater, na velocidade de uma confiança que é adquirida a cada dia.
Plenitude, resume este momento.
Ele
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