
O meu corpo...
Parou...
Não resisti e chorei uma tarde inteira...
Meu limite foi alcançado, vi minhas forças se perderem e o caos se instalar aqui dentro de mim, como alguém que abre a porta sem bater...
Um amigo apareceu, me viu chorando desesperada no meio de um jardim, grudou uma folhinha em meu peito e disse que tudo iria ficar bem. Depois disso, me fez uma mágica com um lenço vermelho bem velhinho, que foi a causa de um riso tímido em um curto espaço de tempo...
Voltei...
a professora me chama e diz:
- Jana minha flor sua média é 7, isso não combina com você, vou lhe dar um 8.
Lágrimas saíram, sem nenhum pudor dos meus olhos...
Saí, fui para o lago...
Tinha outro amigo no meio do caminho, no meio do caminho tinha outro amigo...
Sentamos...
e ele disse:
- O que pode um corpo Jana?
- Não sei.
Foi o que respondi.
Saímos bifurcando os caminhos, eu para um lado e ele para outro...
Naquele momento eu estava indo ao encontro de um alguém pelo qual tenho muita admiração...
Tomamos umas e outras e enquanto isso meu corpo se distraía, amolecia, ia perdendo as tensões que carregou por um dia inteiro...
Eu no meu gostar escondido, revelei uma cáscata de coisas que já haviam sido reveladas...
Parou...
Não resisti e chorei uma tarde inteira...
Meu limite foi alcançado, vi minhas forças se perderem e o caos se instalar aqui dentro de mim, como alguém que abre a porta sem bater...
Um amigo apareceu, me viu chorando desesperada no meio de um jardim, grudou uma folhinha em meu peito e disse que tudo iria ficar bem. Depois disso, me fez uma mágica com um lenço vermelho bem velhinho, que foi a causa de um riso tímido em um curto espaço de tempo...
Voltei...
a professora me chama e diz:
- Jana minha flor sua média é 7, isso não combina com você, vou lhe dar um 8.
Lágrimas saíram, sem nenhum pudor dos meus olhos...
Saí, fui para o lago...
Tinha outro amigo no meio do caminho, no meio do caminho tinha outro amigo...
Sentamos...
e ele disse:
- O que pode um corpo Jana?
- Não sei.
Foi o que respondi.
Saímos bifurcando os caminhos, eu para um lado e ele para outro...
Naquele momento eu estava indo ao encontro de um alguém pelo qual tenho muita admiração...
Tomamos umas e outras e enquanto isso meu corpo se distraía, amolecia, ia perdendo as tensões que carregou por um dia inteiro...
Eu no meu gostar escondido, revelei uma cáscata de coisas que já haviam sido reveladas...
Ops, estava me repetindo...
Fomos guiados pelo vento até um lugarzinho bem pequeno, aquele que quando estou torna-se nosso...
Dormimos ali, cada um na sua individualidade, dois estranhos dormiam um ao lado do outro e assim passou-se a madrugada...
Vi o sol nascer, estava bonito. A luz batia em meu rosto, me imaginei tão bonita naquele momento.
O meu estranho conhecido acordou também, mas o cansaço era tanto que o corpo pedia mais um tempinho de pausa para realmente acordar...
Dormimos mais um pouco...
De repente o despertador tocou...
Não dei muita importância e voltei a dormir, ainda estava me reestabelecendo do limite...
Me acordo com o meu admirável estranho a olhar para mim e a dizer:
- Preciso ir.
Seco, direto...
Me levantei num ímpeto e comecei a colocar minhas roupas...
O estranho levantou-se e foi tomar seu banho e desta vez não me permitiu tomar o meu...
Saímos apressados, ele tinha um compromisso. Ainda escutei um pedido de desculpas pela pressa, meio sem importância já que naquele momento me sentia muito mal e suja...
Fiquei à espera de um ônibus...
Cheguei em casa com cara de choro...
O telefone tocou...
E mais um pedido de desculpas soou em meus ouvidos...
Fiquei ali, parada por um momento...
Pensando que meu corpo não aguenta mais...
O meu corpo já alcançou o limite...
Fomos guiados pelo vento até um lugarzinho bem pequeno, aquele que quando estou torna-se nosso...
Dormimos ali, cada um na sua individualidade, dois estranhos dormiam um ao lado do outro e assim passou-se a madrugada...
Vi o sol nascer, estava bonito. A luz batia em meu rosto, me imaginei tão bonita naquele momento.
O meu estranho conhecido acordou também, mas o cansaço era tanto que o corpo pedia mais um tempinho de pausa para realmente acordar...
Dormimos mais um pouco...
De repente o despertador tocou...
Não dei muita importância e voltei a dormir, ainda estava me reestabelecendo do limite...
Me acordo com o meu admirável estranho a olhar para mim e a dizer:
- Preciso ir.
Seco, direto...
Me levantei num ímpeto e comecei a colocar minhas roupas...
O estranho levantou-se e foi tomar seu banho e desta vez não me permitiu tomar o meu...
Saímos apressados, ele tinha um compromisso. Ainda escutei um pedido de desculpas pela pressa, meio sem importância já que naquele momento me sentia muito mal e suja...
Fiquei à espera de um ônibus...
Cheguei em casa com cara de choro...
O telefone tocou...
E mais um pedido de desculpas soou em meus ouvidos...
Fiquei ali, parada por um momento...
Pensando que meu corpo não aguenta mais...
O meu corpo já alcançou o limite...
1 comentários:
o corpo sabe.
a bailarina permite.
a mulher pode amar montanhas.
a fé não move nem um dedo de areia.
beijo em ti.
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